quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Soberba

(do latim Superbia)
Soberba
Altivez
Ambição desmedida por poder, fortuna e honrarias (cobiça)
Amor extraordinário à própria excelência (S. Tomás)
Amor perverso pela grandeza (S. Agostinho)
Amor-próprio exagerado
Aparentar o que não é (associado a bens tangíveis, luxo)
Arrogância
Auto-estima excessiva
Auto-suficiência
Bazófia
Cenodoxia
Convencimento (falta de modéstia)
Desdém (desprezo com orgulho)
Desejo excessivo de ser
Desejo imoderado de atrair admiração
Desvanecimento
Dignidade pessoal, sentimento exacerbado de
Egocentrismo (considerar-se o centro das atenções, Egomania)
Egolatria (adoração de si mesmo, Egotismo)
Fatuidade
Filáucia
Futilidade (soberba focada na aparência)
Gabação (gloriar-se de virtudes, dons e realidades materiais)
Gostar de ser adulado (soberba focada na lisonja servil)
Hiperefania (prazer da ostentação)
Humildade excessiva (soberba focada na inferioridade)
Imitação de Deus, considerar-se uma
Jactância
Mania de grandeza (Macromania, Megalomania)
Não “dar o braço a torcer”
Orgulho demasiado
Pavonice (enfeitar-se, exibir-se com ostentação, pavonear-se)
Pecado de Adão e Eva
Pecado de Satanás
Prepotência
Presunção (pensar e falar além do que é real sobre si mesmo)
Pretensão de todo-poder
Raiz de todos os pecados
“Se achar” (gíria carioca)
Sobrançaria
Superioridade, crença na própria
Ufania
Vã glória
Vaidade, excesso de
Vanglória

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

             Um dos princípios do ensinamento oriental,"filosofia" a IMPERMANÊNCIA é uma das lições mais caras e difíceis de aprendermos e que deveríamos praticar todos os dias, onde os monges constroem delicadas mandalas com areia colorida e logo após a conclusão do belo trabalho, destroem tudo com as mãos, demonstrando na prática que nada é permanente. No lado Ocidental, vemos Jesus caminhando sem nenhum bem, sem nenhuma posse, ao ponto de lembrar que o filho de Deus não tinha sequer uma pedra onde deitar a cabeça na hora de dormir, em desapego total.
             Quase todo o sofrimento humano decorre do apego que mantemos pelas pessoas, objetos ou fatos que marcam a nossa vida. Sabemos que tudo tem um fim, mas vivemos como se tudo fosse durar pela eternidade, por isso ainda nos espantamos com a morte, nos deprimimos com frustrações, sofremos com as traições, quase morremos com os rompimentos de relacionamento.
             Não é fácil aceitar a IMPERMANÊNCIA, nem desapegar-se de coisas tão queridas, mas como disse o mestre Dogen: "Ensinamento que não parece forçar alguma coisa em você, não é verdadeiro ensinamento ". Pratique diariamente a IMPERMANÊNCIA, refletindo nas mudanças que já ocorreram com você e concentre-se na felicidade que é simples, mais simples do que imaginamos. Veja se você não está colocando seus sonhos em prateleiras altas, em tempos e lugares distantes demais. A felicidade costuma estar sempre perto de nós, nos lugares mais simples, ao alcance das mãos. Por isso,ainda hoje escutamos pessoas arrependidas dizerem: "Eu era feliz e não sabia". Você é feliz por estar aqui e deveria saber disso, sempre!
 
            Extraido do site :
 
 





 
         
           Somos pouco perto da imensidão do universo e muito perto da clausura do corpo.
           Se cuidássemos mais de nosso espírito, não viciaríamos demais nossa alma.
           Olhe o que está realmente à sua frente, o que verdadeiramente importa.
           Nosso orgulho, nossa pompa, nossa soberba, isso tudo escorre da existência quando conseguimos vislumbrar uma faísca do que realmente somos para o cosmo, para a ordem.
 
           “Somos todos aprendizes, fazedores, professores” (Richard Bach)
 
            Carlos Salvo